quarta-feira, 14 de março de 2012

Saiba como cuidar bem dos rins



                         O rim é um órgão importante que elimina de nosso organismo os resíduos ou as toxinas do sangue através da urina. É muito habitual que se nos formem pedras nos rins, que são precisamente, a sedimentação desses resíduos, mas que não se eliminaram do organismo. Então, acumulam-se nos rins e é quando se formam as pedras (chamado litíase).
É importante que não leve uma vida sedentária, já que isso favorece o aparecimento de cálculos. O passar muitas horas sentado tanto faz mau também.

Como cuidar dos rins
: bebendo água. Esta é sem dúvida, a melhor recomendação que posso fazer. Beber muita água, uns 2 litros ao dia ajudassem-te a filtrar e a depurar seus rins. Pode beber água que contenha poucos minerais. Além disso, elimina o sal de sua comida, já que facilita a sedimentação nos rins. Também as carnes de origem animal têm muitas proteínas que podem favorecer o aparecimento de cálculos. Igualmente, o chocolate, os espinafre, o chá ou os tomates em excesso, podem causar um cálculo. Pelo contrário, são muito boas tanto as batatas como as cenouras, bem como a melancia, as uvas, o pêssego, as maçãs ou o melão, são alimentos diuréticos.


Apenas 150 gramas muito bem distribuídos em 12 centímetros de altura (clique na imagem para conferir a explicação) — parece pouco, principalmente quando comparados a pulmões e fígado. Porém, os rins são responsáveis por funções vitais no organismo. E, quando esses pequenos notáveis convalescem, é encrenca na certa: a doença renal crônica (DRC), mal que não costuma avisar sobre sua existência, destrói as estruturas renais até chegar ao ponto em que o órgão para de funcionar.

"DRC é o termo que se refere a todas as doenças que afetam os rins por três meses ou mais, o que diminui a filtração e afeta algumas de suas atribuições", explica a nefrologista Gianna Mastroianni, diretora do Departamento de Epidemiologia e Prevenção da Sociedade Brasileira de Nefrologia. O problema é tão sério que renomadas instituições brasileiras criaram a campanha Previna-se, vencedora do Prêmio SAÚDE 2011 na categoria Saúde e Prevenção. "Nem sempre as doenças renais têm sintomas. Em muitos casos, o indivíduo não percebe e o diagnóstico é feito com atraso", completa Gianna.

Apesar de ser caracterizada como uma doença silenciosa, a DRC pode dar alguns sinais. No entanto, quando eles aparecem, costuma ser tarde demais. "O rim é um órgão muito resistente, e esses sintomas só vão se manifestar nos estágios 4 e 5 do problema, quando ele está muito avançado", conta o nefrologista Leonardo Kroth, da Sociedade Gaúcha de Nefrologia. Além de só surgirem em situações extremas, muitas dessas manifestações tendem a ser confundidas com outras enfermidades. Daí a importância de sempre visitar o médico e pedir os exames que detectam as alterações indesejadas nos filtros do corpo humano.


                                Quando a DRC bate à porta

E se a pessoa descobrir que seus rins não estão trabalhando como deveriam? "Ela precisa se consultar periodicamente com um nefrologista, fazer exames com regularidade, cuidar muito bem da pressão arterial e da glicemia, além de outras modificações que ocorrem na doença renal, como mudanças nos níveis de cálcio e fósforo", atesta Marcos Vieira, diretor clínico da Fundação Pró-Rim, em Santa Catarina.
No entanto, a ausência de alguém que esteja apto a doar um de seus rins faz com que a maioria dos convalescentes siga para a hemodiálise, quando uma máquina substitui as principais funções que eram realizadas pelo aparelho excretor. Algumas atitudes simples podem eliminar muitos desses transtornos. Confira a seguir como manter essa dupla a todo vapor.


                             Diabete e pressão na rédea curtaQuando esses marcadores estão em níveis exagerados, a probabilidade de desenvolver a DRC é ainda maior. Além da aterosclerose, a formação de placas de gordura, sobretudo na artéria renal, há uma sobrecarga do trabalho de filtração dos rins. "E a incidência dessas duas doenças vem aumentando nos últimos anos, algo agravado pelo envelhecimento da população, além de sedentarismo e obesidade", diz Gianna Mastroianni. Nos casos em que o estrago já foi feito, a primeira medida é ficar de olho na pressão e no diabete.

                           Alimentação equilibrada, rins a salvo
Tomar cuidado com o excesso de gordura e ingerir alimentos ricos em vitaminas e fibras vai colaborar bastante para a manutenção das funções renais. Quando o indivíduo já sofre com a DRC, é provável que seja obrigado a fazer algumas mudanças em seu cardápio. "Aí é importante adotar uma dieta com menor quantidade de proteína para evitar a sobrecarga renal", afirma Marcos Vieira. Esse menu deve ser avaliado pelo médico e por um nutricionista.

                          Analgésicos só com orientação
Remédios só deveriam entrar em cena com a indicação de um especialista. Até mesmo quando aparece aquela simples dor de cabeça, fuja da automedicação. Na hora, ela pode até ser solucionada, mas, a longo prazo, quem pode sofrer são seus rins. "Tanto os analgésicos quanto os anti-inflamatórios são capazes de prejudicá-los, se tomados em excesso, porque favorecem a ocorrência de doenças renais", alerta Nestor Schor. Procure sempre orientação médica para identificar o causador do incômodo e debelá-lo da melhor maneira possível.

                             Devagar com a bebida
Quando ingerido com parcimônia, o álcool pode até beneficiar o trabalho dos rins. Os experts chegam a recomendar uma ou duas doses bem pequenas. Porém, enfiar o pé na jaca não vai agradar aos pequenos filtros, que sofrem indiretamente. "Em excesso, o álcool pode causar hipertensão, que vai evoluir até gerar problemas renais", adverte o nefrologista André Luis Baracat. A bebida também causa prejuízos ao fígado, o que, em última instância, vai desembocar em um estrago nos rins.

                            Apagar o cigarro em definitivo
No personagem principal desta reportagem, a atuação do fumo é tão nefasta quanto em outras partes do corpo. E a explicação está no surgimento de pequenos bloqueios, as placas de gordura, que diminuem o calibre dos tubos por onde circula o sangue. Isso causa problemas de pressão que, por sua vez, levam à DRC. "Os rins são cheios de vasos sanguíneos. O cigarro desencadeia inflamações que prejudicam o órgão", destaca o nefrologista André Luis Baracat, do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo.

terça-feira, 13 de março de 2012

MICRONUTRIENTES




                                                           Micronutrientes

São nutrientes necessários para a manutenção do organismo, embora sejam requeridos em pequenas quantidades, de miligramas a microgramas. Fazem parte deste grupo as vitaminas e os minerais. São nutrientes essenciais e devem estar presentes na alimentação diariamente. O déficit pode provocar doenças ou disfunções e o excesso, intoxicações. Por isso, a dieta deve ser sempre equilibrada e variada.
                                                            
                                                                 Minerais
São substâncias de origem inorgânica que fazem parte dos tecidos duros do organismo, como ossos e dentes. Também encontrados nos tecidos moles como músculos, células sangüíneas e sistema nervoso. Possuem função reguladora, contribuindo para a função osmótica, equilíbrio ácido-básico, estímulos nervosos, ritmo cardíaco e atividade metabólica.


                                                                  Iodo:
É absorvida na forma de iodeto. Na circulação é encontrado livre e ligado à proteína, o iodo ligado predomina.
Funções: Necessário para a produção do hormônio da tireóide. Envolvido na taxa de metabolismo, crescimento e reprodução.
Carência: Perturbações no crescimento, desenvolvimento sexual e intelectual, levando ao cretinismo.
Excesso: Suprimir a atividade tireoidiana.
Fontes alimentares: Frutos do mar, como peixes, moluscos e crustáceos, leite, verduras folhosas e frutas.
Necessidades diárias: 150mcg para homens e mulheres.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Conceitto de Patologia


                     A Patologia éo ramo da ciência médica que estuda as alterações morfológicas e fisiológicas dos estados de saúde. Quando essas alterações não são compensadas podemos dizer que um indivíduo está doente.
Etimologicamente, o termo "patologia" origina-se do grego ("pathos" = sofrimento, doença; "logia" = estudo). Conceitualmente, pode-se posicionar a doença como sendo uma alteração de forma e de função não compensada de uma célula, de um orgão, de um sistema, de um indivíduo, de uma população e, finalmente, de uma sociedade. Jáum "estado de saúde" édefinido pela OMS (Organização Mundial de Saúde) como sendo "o bem-estar físico, mental e social do homem".

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

O índice de amamentação no Brasil para crianças de até seis meses de idade está abaixo das recomendações internacionais preconizadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A prática da amamentaçãologo nos primeiros dias de vida do bebê, como regime exclusivo nos primeiros seis meses e a permanência do alimento na dieta até pelo menos os 2 anos de idade pode reduzir em um quinto a morte de menores de 5 anos.O número de bebês brasileiros menores de 6 meses que recebem o leite materno exclusivamente é pouco maior que a média mundial: 41%, segundo dados do Ministério da Saúde. O percentual ideal definido pela OMS fica entre 90% e 100% das crianças nessa faixa etária.O Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirma que as atitudes estratégicas a serem tomadas devem consistir em conscientizar a sociedade de que, apesar da amamentação ser um ato natural, o hábito precisa de apoio de todos – família, profissionais de saúde e empregadores, entre outros. O Guia dos Direitos da Gestante e do Bebe, um programa do governo em conjunto com o Programa das Nações Unidas para a Infância (Unicef), é voltado para a capacitação de agentes multiplicadores com a função de transmitir informações sobre o direito das mães à amamentação.

           Um dos objetivos do milênio, ratificados pelo Brasil, é reduzir em dois terços, entre 1990 e 2015, a mortalidade infantil entre menores de 5 anos. O aleitamento materno exclusivo é capaz de diminuir em até um quinto as mortes nessa faixa etária, de acordo com a OMS.Segundo o Ministério da Saúde, o leite materno é tudo o que o bebê precisa até os seis meses. É um alimento de fácil digestão que funciona como vacina, protegendo a criança contra doenças como diarreia, infecções respiratórias e alergias.A amamentação também contribui para a recuperação da mãe, após o parto, para a perda de peso, além de ajudar o útero a recuperar seu tamanho normal, reduzindo o risco de hemorragia e de anemia. O aleitamento também diminui as chances de desenvolver diabetes e cançer de mama, de ovário, e pode diminuir o risco de enfarte em até 37%.