quinta-feira, 29 de março de 2012

Pera é indicada para quem faz dieta

A pera é rica em vitaminas A, B e C, também é uma das frutas que têm mais minerais. Ela uma boa aliada das dietas para perder peso.



A pera tem ácido clorogênico, um ótimo anti-inflamatório. O magnésio também ajuda no combate a celulite porque evita a retenção de líquidos. Como a pera tem muita água, ela auxilia no funcionamento dos rins.
A pera é uma grande aliada para quem quer perder peso uma fruta média tem em torno de setenta calorias. Os compostos fenólicos que dão o aroma agradável acalmam o cérebro diminuindo a sensação de fome.

Segundo um estudo feito por pesquisadores holandeses, o consumo de antioxidantes encontrados em algumas frutas de cor branca diminui em 9% a incidência de AVC, o acidente vascular cerebral.
Além disso, a pera tem muita fibra. Para tratamento de hiperglicemia, diabetes ou colesterol alto, o uso da pera é indicado.

fonte: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2012/03/pera-e-indicada-para-quem-faz-dieta.html

Importancia da vitamina D na hipertençao arterial e na apopitose

                     
              Relação da vitamina D com Apoptose  

              


             O estado nutricional de vitamina D e a manutenção da saúde é um dos assuntos mais estudados e discutidos na nutrição atualmente.A vitamina D é uma vitamina lipossolúvel, ou seja, é mais bem absorvida na presença de gordura. Ela é armazenada no fígado, podendo levar meses até seus estoques diminuírem no organismo.
                 A deficiência de vitamina D ocorre principalmente devido a pouca exposição à luz solar e vem se tornando uma epidemia, inclusive no Brasil, porque hoje é comum passarmos a maior parte do dia em ambientes fechados e usando bloqueadores solares para prevenção de câncer de pele. Filtros solares com fator de proteção 8 reduzem a produção na pele de vitamina D em 95% e um filtro com proteção 15 reduz em mais de 99% a produção cutânea de vitamina D.
O papel clássico da vitamina D está relacionado à maior absorção de cálcio e fósforo, minerais importantes para a formação óssea, daí o raquitismo em crianças e a osteopenia e a osteoporose em adultos e idosos serem os principais sintomas de sua deficiência.
Porém estudos comprovam que a deficiência da vitamina D tem relação com riscoaumentado de diabetes mellitus, câncer e doenças cardiovasculares, ou seja, baixos níveis sanguíneos de 25 (OH) D3 - (forma de vitamina D medida no sangue)- podem levar a uma maior incidência de diabetes mellitus (DM), obesidade e hipertrigliceridemia. Estudo indica ainda que o risco de infarto agudo do miocárdio foi 57% menor em pacientes com níveis sangüíneos adequados de vitamina D quando comparados com pacientes controles.
A forma ativa de vitamina D é um potente modulador de inflamação e exerce importante papel na inflamação crônica. Pesquisadores alemães encontraram forte relação entre baixos níveis séricos de vitamina D e altos índices de dor generalizada em ossos e nos músculos. Muitas vezes erradamente diagnosticado como fibromialgia e tratado com corticóides que diminuem ainda mais as taxas de vitamina D.
                Vários trabalhos também têm mostrado que a deficiência de vitamina D é fator de risco para Diabetes. A vitamina D aumenta a secreção de insulina, por isso taxas sanguíneas adequadas da vitamina estão relacionadas à menor risco de desenvolvimento da doença.
Sugere-se que quando uma célula se torna maligna, a vitamina D, pode induzir a apoptose e prevenir a angiogênese, reduzindo a sobrevida das células malignas, daí seu papel na prevenção ao câncer.
As principais fontes de vitamina D são: óleos de fígado de peixe (bacalhau, atum, cação), gema de ovo, manteiga, salmão, atum e, principalmente, a ação da luz solar sobre a pele.


 Fonte : http://www.mundoverde.com.br/Saude/Artigo/2010/10/19/Vitamina-D-e-a-manutencao-da-saude/


                

      

Relação da vitamina D com Hipertensão Arterial
                 

                    O que mais agente escuta falar no nosso dia-a-dia e que pra termos saúde e viver bem temos de tem uma boa alimentação e que se equilibrada ou seja  rica em todos os nutrientes necessários diariamente e a deficiência desses nutrientes podem causar algumas patologias.
            A importância da vitamina D para a saúde óssea é bem estabelecida. Entretanto, estudos recentes têm demonstrado que a deficiência dessa vitamina pode estar associada ao diabetes, a doenças autoimunes, a diversos tipos de câncer e, também, com a hipertensão (1-4). O mecanismo provável está relacionado com a inibição do sistema renina-angiotensina (5-8). A renina é uma enzima que catalisa a divisão da angiotensina I do angiotensinogênio produzido no fígado. A enzima conversora de angiotensina (ECA) catalisa a clivagem de angiotensina I para a forma angiotensina II, um peptídeo que pode aumentar a pressão sanguínea pela indução da constrição de pequenas artérias e aumento da retenção de sódio e água pelo organismo. A taxa de síntese de angiotensina II é dependente da renina (8). Os camundongos knockout para o receptor da vitamina D (VDR) apresentam níveis elevados de renina e também da pressão arterial (PA). Além disso, a administração da 1,25(OH)2D em camundongos wild type diminui a expressão do gene da renina (6,9). Dessa forma, a ativação  inapropriada do sistema renina-angiotensina está interligada ao desenvolvimento da hipertensão, e adequados níveis de vitamina D podem ser importantes para a diminuição do risco da elevação na pressão sanguínea.

sábado, 24 de março de 2012

Degeneração Gordurosa




                                

A degeneração gordurosa é uma deposição anormal e reversível de triglicerídeos nas células parenquimatosas.Geralmente ocorre no fígado,pois ele é o principal órgão envolvido no metabolismo das gorduras, mas pode ocorrer também no coração e nos rins. As causas incluem toxinas, desnutrição protéica, diabetes melito , obesidade e anóxia. A causa mais comum da degeneração gordurosa no fígado é o alcoolismo.

A degeneração gordurosa pode ser:

ESTEATOSE : Triglicerídeos se acumulam( aspecto de bolhas ou vesículas)
LIPOIDOSE : Outro tipo de gordura se acumula( aspecto de cristais)

Toxinas

                 Muitas doenças podem se manifestar no fígado como esteatose associada ou não à inflamação. Algumas estão associadas a distúrbios no metabolismo de gordura em todo o organismo com o acúmulo de gordura no fígado, mas não necessariamente. Medicamentos e substâncias tóxicas como a tetraciclina podem levar a inflamação e degeneração gordurosa do fígado através de lesão nas mitocôndrias do fígado, levando à incapacidade de metabolizar adequadamente as gorduras no órgão e ainda levar à destruição de células e inflamação.     

Desnutrição protéica

Sabemos que a  Desnutrição protéica é um exemplo de uma causa que leva a degeneração gordurosa, a gordura é de característica apolar, mas o sangue é polar.Onde  Pela lei química apolar dissolve apolar e polar dissolve polar, assim apolar não se mistura com polar, isso seria um grande problema para a fisiologia do nosso organismo, caso não existissem as lipoproteínas. Na engenharia do nosso corpo esse problema foi calculado, assim pessoas com saúde produzem estas lipoproteínas no fígado, que variam de acordo com a densidade, desde os quilomícrons até moléculas LDL(baixa densidade proteica) e HDL(alta densidade proteica), funcionam como transportadores da gordura pelo sangue, possuindo uma parte polar sendo a parte proteica que permite interação com o sangue, permitindo certa solubilidade e outra parte apolar para carregar o lipídio. Para o fígado fabricar essas lipoproteínas é preciso que a pessoa se alimente de proteínas, caso ocorra desnutrição protéica grave o organismo não produz as lipoproteínas como deveria, logo neste caso as gorduras tendem a se acumular nas células hepáticas do fígado(hepatócitos), pois a gordura vinda da alimentação passar pelo fígado para que ele empacote nas lipoproteínas e de lá vão os lipídios para todo o corpo, o fígado então fica gorduroso isso se chama esteatose hepática.

Diabetes

Degeneração gordurosa do fígado, acomete grande parte das pessoas obesas. Mais do que uma simples  alteração anatômica, a infiltração de gordura pode causar inflamação (hepatite), cirrose e até câncer no fígado. Recentes pesquisas demonstraram que o mecanismo através do qual a obesidade causa a esteatose hepática envolve a resistência à ação da insulina. Consequentemente, observa-se um elo entre a esteatose e o diabetes tipo 2.
Grande parte dos indivíduos obesos apresentam esteatose hepática, sendo que o mecanismo através pelo qual a gordura se infiltra nas células do fígado envolve a resistência à ação da insulina, sendo que esta última está associada ao aparecimento do diabetes mellitus tipo 2. Consequentemente, existe um elo entre a obesidade, o diabetes mellitus tipo 2 e a degeneração gordurosa no fígado.  
               


                              
                 Comparação entre o fígado de aspecto do normal (N) e o fígado com esteatose hepática (F). Note o volume  aumentado e a coloração amarelada do fígado (F) com  a degeneração gordurosa que caracteriza a esteatose
                
                 A importância da esteatose não reside somente na alteração estrutural e anatômica do fígado, que fica maior e de coloração amarelada, mas também nos danos causados às células hepáticas. Aproximadamente 20% dos pacientes com esteatose desenvolvem hepatite, ou seja, ficam com o fígado inflamado consequente à lesão provocada pela infiltração de gordura. No caso da infiltração gordurosa não relacionada ao consumo de álcool, o nome dado ao processo inflamatório é esteato-hepatite não-alcoólica (ou nonalcoholic steatohepatitis, cuja sigla é NASH). Com o passar dos anos, as áreas de inflamação tendem a cicatrizar e, como se sabe, ua cicatriz é caracterizada pelo depósito de fibrose na região afetada. Aproximadamente 5% dos pacientes apresentam esta cicatrização, ou seja, o acúmulo de fibrose no fígado, também conhecido como cirrose hepática.

Obsidade

A obesidade está associada a uma gama de alterações hepáticas como: hepatomegalia, aumento das enzimas hepáticas, alteração na histologia hepática (esteatose macrovesicular, esteatohepatite, fibrose e cirrose). Essas alterações são denominadas de doença gordurosa não alcoólica do fígado. A despeito das suas características clínicas, laboratoriais e histológicas serem bem documentadas, sua fisiopatologia não está totalmente elucidada. Existem evidências de que a NAFLD está associada à obesidade abdominal, à resistência insulina, ao diabetes, a hipertrigliceridemia, ao baixo HDL e à hipertensão. A hipótese integrada estabelece que a NAFLD resulta de 2 ou mais fatores de agressão ao fígado. O primeiro agressor é a esteatose, causada pela alteração do metabolismo lipídico. O aumento da lipólise do tecido adiposo leva a um aumento da oferta de triglicérides, a um aumento da lipogênese hepática e diminuição da oxidação de ácidos graxos. O segundo agressor é peroxidação hepática dos lípides com produção de citocinas inflamatórias, levando ao dano celular e à fibrose. A exata prevalência da NAFLD em obesos não é conhecida por falta de dados. A análise retrospectiva com biópsias hepáticas em obesos, sem quaisquer anormalidades clínicas, bioquímicas, auto-imunes ou genéticas, demonstrou que 30% dos pacientes apresentavam fibrose septal, 1/3 deles com cirrose silenciosa. Os pacientes que apresentam NASH (esteatohepatite não alcoólica) são obesos, entre 40 e 100 % dos casos.